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Qual o cenário atual do trade marketing no Brasil?

Em: Promoção de Vendas
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Não é segredo que a divulgação no ponto de venda potencializa o interesse do consumidor pelo produto. Ela influencia e induz o comportamento dele ao oferecer uma experiência diferenciada de contato com aquele item e marca.

É por isso que o Trade Marketing é tão importante para o atacado distribuidor: é ele o responsável por estabelecer uma relação próxima entre indústria, distribuidores e o varejo, fazendo a promoção e o marketing dos produtos para o aumento nas vendas ao consumidor final.

Mas como está o mercado de Trade Marketing no Brasil atualmente e quais as expectativas para o futuro? Onde essa estratégia tem sido mais necessária? Quer saber a resposta para essas e outras perguntas? Continue acompanhando.

O surgimento do Trade Marketing no Brasil

O Trade Marketing é uma estratégia relativamente nova, que surgiu durante a década de 1980, na Europa. No Brasil, o varejo começou a ganhar força estimulando os hábitos de compra dos seus clientes a partir de meados da década seguinte, 1990.

Foi durante essa época que o consumidor brasileiro passou a ganhar maior poder de compra e se tornar mais exigente na hora de escolher o que levar para casa. Isso fez com que tanto distribuidores quanto varejistas passassem a buscar formas de atender a essas novas expectativas, chegando ao Trade Marketing.

O objetivo era melhorar todo o processo de distribuição, exposição e vendas, chamando a atenção do consumidor no momento que ele está mais propenso a ser influenciado: dentro do ponto de venda.

O Trade Marketing contemporâneo

Claro que, de 1990 até aqui, muita coisa mudou. O chamado consumidor 3.0 surgiu com o avanço da tecnologia e se tornou ainda mais exigente do que aquele de 25 anos atrás. Atualmente, atacadistas e varejistas precisam lidar com um perfil de cliente empoderado de informações e que, portanto, não responde mais da mesma forma às velhas estratégias de marketing.

Isso porque, agora, não adianta somente falar que um produto é o melhor do mercado: se ele realmente não for, uma rápida pesquisa na internet pode desmentir essa informação. Além de integrar novas tecnologias para mapeamento da jornada de compra, o Trade Marketing contemporâneo teve que mudar completamente seu foco da marca para o consumidor.

A ideia é proporcionar uma experiência agradável ao potencial cliente com o produto ou marca para influenciar sua decisão de compra. O consumidor 3.0 quer muito mais do que comprar algo, mas, sim, se relacionar com empresas que realmente se preocupam com suas necessidades.

Os resultados do Trade Marketing para o negócio

Um exemplo prático do que o Trade Marketing pode fazer é o case do Vanish, removedor de manchas que se tornou o “queridinho” no seu nicho.

Para tornar o produto conhecido no mercado quando do seu lançamento, a empresa apostou em um laboratório móvel, localizado no PDV, para fazer demonstrações do seu poder de ação. Resultado: aumento nas vendas do Vanish no varejo e, consequentemente, nos distribuidores.

Além de aumentar o giro do produto, a ação também tornou a marca “autoridade” no seu mercado, ponto básico para a fidelização dos clientes. Isso mostra que, quando o Trade Marketing é bem executado, é possível conquistar não só o aumento nas vendas como, também, aumentar o número de clientes fiéis e a divulgação do produto por meio destes.

E a expectativa para o futuro do Trade Marketing

Em uma pesquisa divulgada pelo instituto Invent, 71% dos profissionais entrevistados afirmaram trabalhar em uma empresa que já possui um departamento estruturado de Trade Marketing. A mesma pesquisa mostrou que ainda há espaço para que essa estratégia cresça: 22,3% das organizações contam com o apoio de apenas um profissional de Trade.

Com a rápida evolução da tecnologia e diante desse cenário, o Trade Marketing precisa evoluir. O uso de softwares para gestão do ponto de venda se faz essencial para otimizar os esforços do atacado em todas as etapas do processo de venda, com o objetivo de favorecer o giro dos produtos junto aos canais varejistas. Além de vender para lojas, é preciso pensar em vender por meio delas.

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